terça-feira, 23 de junho de 2009

Educar é Construir pontes

http//www.youtube.com/watch?v=O88w0akLALQ&feature=related


Educar é isso mesmo, o construir de pontes que nos leva ao progresso.Esse progresso passa em grande parte pelo papel que o professor desempenha no desenvolvimento individual de cada um.


Renata Niquice

quinta-feira, 18 de junho de 2009

“ O maior educador não é o que controla mas o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas o que os previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a reflectir. Não é o que desiste facilmente, mas o que estimula sempre a começar de novo.”
“O educador de excelência abraça quando todos rejeitam, anima quando todos condenam, aplaude os que nunca subiram ao pódio, vibra com a coragem de competir dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o seu próprio brilho, mas faz-se pequeno para tornar os seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.”
“Educar é viajar no mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que pensamos para nos transformar no que somos.”
(Retirado de um livro de Augusto Cury)


Tatitana Matos
n.º 36756

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Caso Alexandra

O recentemente tão falado caso Alexandra chocou-me particularmente, assim como chocou (penso eu) todos aqueles que se preocupam em que o superior interesse da criança seja concretizado.
Alexandra é uma menina que, embora filha de uma imigrante russa e de um imigrante ucraniano, já nasceu em Portugal. Foi entregue a uma família de acolhimento portuguesa aos dois anos, devido à falta de condições da mãe biológica. Quando atingiu os seis anos de idade, a mãe quis a filha de volta para a levar para a Rússia, depois de contactos praticamente inexistentes entre elas durante os quatro anos em que a criança viveu com a família de acolhimento. Ainda assim, o Tribunal da Relação de Guimarães determinou que Alexandra fosse devolvida à mãe biológica, independentemente dos problemas de alcoolismo desta, detectados pelos técnicos.
Não quero agora enveredar por uma crítica à decisão judicial que entregou a menina à mãe biológica, que na minha opinião foi a mais errada possível. Queria, antes, criticar a lei actual de acolhimento familiar a crianças e jovens, pois penso que é aí que reside a causa de todos os problemas que da decisão judicial advieram. Segundo o decreto-lei n.º 190/92 de 3 de Setembro, “o acolhimento familiar é uma prestação de acção social que consiste em fazer acolher transitória e temporariamente, por famílias consideradas idóneas para a prestação desse serviço, crianças e jovens cuja família natural não esteja em condições de desempenhar a sua função socio-educativa. Beneficiam do acolhimento familiar as crianças ou jovens com idade inferior a catorze anos. A prestação de serviço de acolhimento familiar mantém-se enquanto durar a situação de incapacidade da família natural para o desempenho das suas funções em relação ao acolhido.”
Estou de acordo com a opinião de Luís Villas Boas, director do Refúgio Aboim Ascensão – em meu entender, uma maneira de evitar que casos deste género se repetissem seria permitir que apenas os maiores de seis anos beneficiassem do acolhimento familiar; até lá deveriam ser entregues a instituições, pois uma vez que o acolhimento familiar é transitório e temporário, é um “crime” deixar que as crianças, nesta faixa etária tão crítica, se afeiçoem e criem laços tão fortes com as famílias que as acolhem, para depois serem retiradas às mesmas, quando alguém assim o entende, como se de objectos se tratassem.

Mariana Castro Neves

n.º 36751

Bullying


Este vídeo dá muito que pensar!
Se pararmos para pensar o número de crianças que sofre de bullying todos dias nas escolas portuguesas, segundo alguns dados, cerca de 50% das crianças no nosso pai sofre desta forma de violência.
Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, podemos observar as seguintes colunas que apresenta algumas acções que podem estar presentes:

Ofender

Gozar

Humilhar


Discriminar

Excluir

Isolar

Ignorar

Intimidar

Perseguir

Assediar

Aterrorizar

Amedrontar

Agredir

Bater

Chutar

Empurrar

Ferir

Roubar

Diana Franco

n.º 36742

domingo, 14 de junho de 2009

Rua Sésamo


Há quase 18 anos atrás, eu via e revia uma grande série televisiva viciante para todas as crianças da época. A série de que falo é a Rua Sésamo, o melhor programa infantil passado em Portugal, na minha opinião.
A Rua Sésamo deslumbrava-me a mim e a muitas outras crianças, pelas suas personagens divertidas e originais, pelos cenários, pelos próprios textos, pelos movimentos e expressões e sobretudo pelas músicas que os personagens cantavam.
A Rua Sésamo foi também bastante pedagógica, pois existiam várias apresentações no qual os personagens cantavam o alfabeto, os números, as cores, e as formas, etc. Assim, muitas crianças aprenderam sozinhas a ler, a distinguir as formas e cores, a contar …
Os personagens que eu mais gostava eram o Poupas, o Becas, o Egas e o Monstro das Bolachas. Enfim, no fundo adorava tudo.
A Rua Sésamo foi sem dúvida um programa de grande divertimento e bastante educativo.

http://www.youtube.com/watch?v=X4GlVunHdZo



Rita Moreira

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Software educativo como apoio a crianças com necessidades especiais



Ate aos dias de hoje a tecnologia tem vindo a desenvolver-se muito rápido, e existem vantagens das quais devemos beneficiar no que diz respeito a educação especial. Hoje em dia existem programas que contribuem para a reabilitação de crianças com necessidades especiais, como é exemplo o Kit Necessidades especiais.
Inclui 33 programas nas áreas da acessibilidade ao computador, do software educativo e da comunicação aumentativa. As aplicações são gratuitas e a maioria delas está disponível na Internet. Este foi desenvolvido pelo Centro de Engenharia de Reabilitação em Tecnologias de Informação e Comunicação - CERTIC - da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - UTAD.
Podem consultar no site http://www.acessibilidade.net/ as diversas aplicações existentes.
Catarina Marreiros

terça-feira, 2 de junho de 2009

Bolo de Infância


Ingredientes:

· litros de espontaneidade dade e doçura.
· muita vontade de brincar.
· milhares de fantasias para imaginar.
· sorrisos de ternura: sem medida.
· 12 kg de curiosidade.
· gotinhas de inocência de baunilha: a gosto.

Preparação:

· Aos ingredientes anteriores juntar os olhares de dois olhinhos cheios de diabruras e algumas lagriminhas.
· Deixar repousar a mistura sobre mãos pequeninas tanto quanto for preciso.
· Decorar com 1 kg de peripécias às cores, doces comentários e um montão de beijos gulosos.
Tempo de cozedura: varia segunda a maturação

Sugestão: não comer logo de seguida. Dar tempo para saborear.

in: http://educacaodeinfancia.com/bolo-de-infancia/



Já que andamos todos ansiosos e nervosos aqui vai um texto que achei um mimo. Espero que gostem tanto como eu gostei!

É daquelas coisas que nos faz esboçar um SORRISO :)

beijinhos* Inês Graça